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Integrantes do Ministério da Economia consideram que a entrada do Tribunal de Contas da União (TCU) na apuração sobre o processo que levou à aprovação de um Orçamento desequilibrado reforça a posição mais cautelosa da área técnica. A leitura, porém, é que o jogo político ainda está aberto e, seja qual for a decisão a ser tomada pelo presidente Jair Bolsonaro, haverá sequelas.