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Spurrier passou a dar consultoria e a escrever livros e artigos depois do evento — Foto: Jorge Lucki

O fato de os tintos franceses escolhidos para encarar os californianos no “Julgamento de Paris”, em maio de 1976, terem vindo em grande parte da safra de 1970 (Mouton Rothschild, Haut Brion e Montrose, fora o Léoville las Cases, de 1971), que se caracterizava por taninos mais duros e evidentes, foi usado como atenuante para o placar desfavorável, já que os Bordeaux estariam muito jovens para serem provados naquele momento. Era de se esperar uma inversão no resultado no futuro, mesmo porque também se questionava, então, a capacidade de envelhecimento dos vinhos americanos.