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O governo deve editar, nos próximos dias, uma portaria para autorizar o retorno dos cruzeiros à costa brasileira para a temporada 2021 e 2022. A medida foi aprovada pelos ministérios da Saúde, Justiça, Infraestrutura, Turismo e Casa Civil. A próxima etapa consiste no detalhamento e definição dos protocolos sanitários por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que deverão ser anunciados em breve.

Segundo informações do Ministério do Turismo, os cruzeiros voltarão a navegar no país entre novembro de 2021 e abril de 2022, possibilitando que brasileiros se juntem às mais de 2 milhões de pessoas que já navegam pelo mundo desde que os cruzeiros retomaram suas operações com sucesso em cerca de 50 países.

A retomada dos cruzeiros, conforme o ministério, deverá gerar cerca de 35 mil empregos e injetar R$ 2,5 bilhões na economia nacional, número 11% maior do que o registrado na última estação, realizada em 2019/2020.

Protocolos sanitários

De acordo com informações da Pasta, entre as principais medidas adotadas e que deverão ser definidas pela Anvisa no Brasil estão: testes de covid-19 pré-embarque em todos os hóspedes, com triagem rigorosa; tripulantes vacinados, com três testes antes de entrar em serviço e quarentena; além de uso de máscaras, distanciamento, ocupação reduzida, ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes. Outra importante medida é que as excursões seguirão os protocolos das Companhias Marítimas e dos municípios, para que as pessoas possam desfrutar ao máximo do lazer com muita segurança.

O ministério informou ainda que, para a temporada 2021/2022, estão previstas sete embarcações, o que significa 566 mil leitos, maior oferta dos últimos quatro anos. São cerca de 35 mil leitos a mais do que a última temporada de 2019/2020.

Além disso, estão previstos cerca de 130 roteiros e 570 escalas em destinos nacionais, como Rio de Janeiro, Santos, Salvador, Angra dos Reis, Balneário Camboriú, Búzios, Cabo Frio, Fortaleza, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Itajaí, Maceió, Porto Belo, Recife e Ubatuba.

— Foto: Alonso Reyes/Unsplash